quarta-feira, 28 de julho de 2010

Maldito Coração


Maldito Coração, que insiste em bater desaceleradamente, com uma freqüência desavassaladora. Esse coração grita por socorro e luta consigo mesmo numa incessante batalha, onde, a impetuosidade deste, não transcende mais as emoções, que correm em minhas veias a uma velocidade exorbitante. Ele pena por bater desrregradamente contra minha vontade, não obedece às ordens cerebrais que foi manipulada pelo amor, um amor tipo “cubo mágico” difícil de desvendar o segredo, mas divertido em de se viver. Coração influenciável por sentimentos e fraco para resisti-los, infortúnio coração que não pode ser controlado, ele ainda teima em sua adversidade me machucando e amargurando.
AAAH, é difícil entender mais é fácil perceber que " nesta noite fria eu só queria ter você aqui".

Simplesmente se AMAM...

Era uma tarde de sexta-feira, dia atribulado, correria de um fim de semana que, Mauro, via sua amada partir. Em meio a mudança, muita bagunça, gritaria e movimentação, estava para acabar com uma linda historia de amor. Ana lamenta e brigava com seu eu, questionando a infelicidade de partir e deixar pra trás aquilo que seria uma das melhores coisas da sua vida. O tempo passou e Ana voltou em visita a seus amigos, curtia muito, e estava muito feliz e loucamente querendo rever o grande amor da sua vida. Por ironia ele a viu sentada no banco de uma praça, mas a coragem foi pouca e Mauro ficou a sofrer. Nessa visita o amor em Ana ficou muito mais forte e em uma conversa com Ana, Mauro dizia:
- Eu em minhas orações eu pedia tanto a Deus pra não te perder.Mas, Ana querendo ocultar o que era impossível disse:
- Mauro, a distancia nos impede, pois se eu estivesse morando ai, tenho certeza que estaríamos juntos.

Mas o destino mais uma vez inverteu o jogo, Ana volta definitivamente, mas volta mudada, com uma personalidade diferente, mas com o mesmo e eterno sentimento oculto por seu grande amor.
Eles se evitam, se ocultam, se omitem, mentem-se, mas o amor fala mais alto, Mauro se rende aos encantos de Ana, que sempre quis voltar aos braços do seu amado. Se vêem, vivem momentos maravilhosos e sem amam, e sempre se amam, e se ama, e se amam.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A vida é tão rara...



Não tenho a pretensão, de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim, nem que eu faça a falta que elas me fazem. O importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível, e que esse momento será inesquecível. Não quero ter que me preocupar com algumas pessoas, sendo que quando eu mais preciso sempre eu que tenho que ir atrás delas. Por mais que a vida seja feita de momentos, não podemos viver esses momentos sozinhos, algumas vezes passamos por coisas que não desejamos para ninguém, mas outros queríamos que aqueles com quem mais nos importamos estivessem ao nosso lado. Mas depois de certos acontecimentos aprendi a me importar com aqueles que se importam comigo, cuidardaqueles que cuidam de mim, me preocupar com aqueles que se preocupam comigo, e apenasamar aqueles que realmente me mostram quemerecem. A vida é muito rara pra podermos ficar vivendo ela rodeada de pessoas que simplesmente não se importam com a gente e que no final só vai nos mostrar que tudo que nós passamos, sentimos e vivemos foi em vão. Achoque nenhum de nós quer viver em vão, muito menos amar em vão, a única coisa que tenho certeza é que eu não quero. Na minha vida muitas pessoas já me mostraram o lado bom e olado ruim de tudo, mas até hoje ninguém me mostrou o lado ruim de viver e o lado bom se viver em vão. Por isso hoje eu sei que presentes não são contratos e beijos não são promessas e que fique bem claro sorrisos não me compram. Aprendi também que a vida tem valor e você tem valor diante da vida, nossas duvidas sãotraidoras e nos faz perder o bem que poderíamos construir se não fosse o medo de tentar. Então agrade somente quem te faz bem, quem te completa, quem vale a pena, quem possa te fazer sorrir. Não tente ser perfeito para todos, por que nem todos merecem a sua perfeição.

By: Rafaella Mesquita

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Tudo em Nada ...


 De repente um suspiro, por um amor alucinante, com os olhos brilhando e coração palpitando, e sem saber o que estaria por vim, ele a observa chegando, mas alguma coisa lhe dizia que não seria mais a mais como era antes. Fria, com um sorriso embuçado e olhar assustado ela se aproximou, o abraçou e “sumiu”. Ele sentiu naquele abraço o fim de algo que seria uma de suas maiores alegrias. Mas ela em seu silêncio martiriza o coração e esfria a sua alma. Foi tudo tão rápido e tudo muito intenso... amor explosivo, paixão magnífica, mas acontece a despedida, um tchau, triste, conturbado, melancólico e angustiado. Até hoje o silencio prevalece... Ainda se vêem, mas quase não se falam, quando se encontram o clima de tristeza paira sobre o momento, e nesta agonia de ver e não sentir ele exclama “I am tired of this life, I only want to scream.” Mas o amor fala mais alto e “There's only one thing to do, three words for you.. I love you.”

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Auto Entendimento ...


 Tentando me entender num vazio inexplicável. Me encontro em meio a um nada, de um tudo confuso, mais de um certo incerto, na certeza de uma incerteza, com uma alegria triste de um momento que não existe. Devaneio? Ou um instante de alienação? Pensar, refletir, supor, ponderar, estimar, avaliar, interrogar, seria auto destruição “verídica” de uma circunstância sem compreensão, mas parar, estagnar, cessar, enguiçar, não seria um ensejo para a solução de uma situação no qual traduz o “quem sou eu? ou onde estou?”. Apenas espero neste momento de confusão e de falta de compreensão, a fim de encontrar comigo mesmo, numa luta incessante de uma auto reflexão de um ser humano que basicamente só sabe pra onde vai, a sete palmos abaixo da terra.
  
autor: Diego Chaves

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Holofote da Angustia...


 Inquietação! 01:59 da manhã seguro as lagrimas, e a caneta percorre sobre as linhas e entrelinhas desta folha, traduzindo, ou melhor, tentando traduzir mais uma das minhas noites de INSONIA e sobre o efeito anestésico da musica me entrego por total à sedução dos RÉ’S, ligados aos FÁ’S e harmonizado aos LÁ’S, preenchendo um louco vazio de dúvidas nos capítulos do roteiro da minha vida “HOLOFOTE DA ANGUSTIA”. 02:05 paro e penso na parte em que me falta, tentando encaixá-la dentro dos meus pensamentos e entender os porquês dos porquês “HOLOFOTE DA ANGUSTIA”. 02:08 olho para a imagem de uma beleza reluzente, e as lagrimas que insistiam em correr lá no início não é vencida por uma dureza “impossível” e por conseqüência elas derramam sem cessar “HOLOFOTE DA ANGUSTIA”. 02:10 imagino em breve poder derrotar esta insônia e sonhar e sonhar e sonhar, sonhos nos quais tenho a sensação de estar acordado e vivendo os fatos em tempo real “HOLOFOTE DA ANGUSTIA”. 02:14 cesso as lágrimas e em meio a versos e versos das músicas compostas por notas que foram interligadas em arranjos completamente perfeitos, busco inspiração dentro da minha loucura “HOLOFOTE DA ANGUSTIA”. 02:16 paro, penso, penso, penso, penso, mais que infortúnio acaba a inspiração “HOLOFOTE DA ANGUSTIA”. 02:30 retorno a percorrer com a caneta, e após pensar comigo mesmo tiro a conclusão que as minhas conclusões não são nadas conclusivas, que estapafúrdio minha situação, quanta promiscuidade, pois nesta insanidade insensata, apenas espero... me encontrando e transparecendo na semelhança ao holofote da angústia, “HOLOFOTE DA ANGUSTIA”. 02:40 encerro por aqui, descansarei a caneta, a mente, as idéias indisciplinadas, os porquês dos porquês confusos, a insanidade constante, as conclusões mal acabadas, pois as linhas já se apagaram juntamente com a insônia, as entrelinhas se embolaram fazendo parceria com as dúvidas embaraçadas e sobre o que eu entendi “nada a declarar” (EMANA LAGRIMAS DOS MEUS OLHOS) e também confesso que nem sei muito bem o que escrevi, pois as palavras que esbocei sobre estas retas sofridas estão assim, tão (desisto)... Mais uma vez “nada a declarar” que traduz um momento totalmente OCO. Quanta loucura nesta miscelânea abundante“HOLOFOTE DA ANGUSTIA”.
Dormiu... 
autor: Diego Chaves

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Corpus Christ ...



A Festa de Corpus Christi, celebrada desde o século XIII, expressa a fé do povo católico, que enfeita as ruas para a procissão do Corpo de Jesus Cristo.
Corpus Christi é uma festa popular, na qual a comunidade se empenha em criar enormes extensões de tapetes coloridos, nos quais a fé é traduzida em arte.
História – A celebração de Corpus Christi teve início na diocese de Liège, na Bélgica, onde a festa começou a ser comemorada em 1246.
O dia dedicado ao Santíssimo Sacramento é a Quinta-feira Santa, quando Cristo celebrou a Santa Ceia com os Apóstolos e instituiu a Eucaristia.
“Não há tempo para darmos aquelas homenagens que Cristo merece, porque, logo em seguida, vem o luto da Sexta-feira Santa e toda a atenção dos fiéis é dirigida à Morte de Jesus na cruz e sua Ressurreição na Páscoa.
Então, a festa de Corpus Christi, é uma complementação da instituição da Santíssima Eucaristia na Quinta-feira Santa.
Comungar o Corpo e o Sangue de Cristo é, pois, comungar o amor que Jesus tem pelo Pai e pelos homens.
Cada Comunhão devia ser para nós um compromisso de unidade.
Unidade que não deve manifestar-se apenas na assembleia litúrgica, mas deve abranger toda a vida.
O Evangelho é de S. João e diz-nos que a Eucaristia é tão desconcertante para os homens do nosso tempo, como os sinais realizados por Jesus o foram para os Seus contemporâneos.
Contudo, aqueles que foram testemunhas da Ressurreição, como João, autor deste Evangelho, e aqueles que hoje, têm fé em Jesus, sabem muito bem que o Filho de Deus feito Homem, vindo para trazer a vida ao mundo, não Se limitou a dar-nos as Suas Palavras ou o Seu exemplo.
Deu-nos também, na Eucaristia, a Sua Carne e o Seu Sangue, isto é, a Sua Pessoa.
– «Eu sou o Pão vivo que desceu do Céu. Quem comer deste Pão viverá eternamente. E o Pão que Eu hei-de dar é a Minha Carne, que Eu darei pela vida do mundo».(Evangelho).
Aqueles que, na pobreza da fé, souberem acolher a Cristo, sob o sinal sacramental, unir-se-ão à Sua Morte e Ressurreição, entrarão no Seu mistério, receberão a vida e farão parte do plano da História da Salvação.


TEXTO RETIRADO DO BLOG "FILHOS DO CÉU" DO PADRE FÁBIO DE MELLO!


http://www.filhodoceu.com/